sexta-feira, julho 23, 2010

Amar??

Amor...
Tens acerteza que é aquilo que sentes?
Palavra dita em vão sem qualquer preconceito
Tentando omitir a verdade escondida no teu peito!
Mas afinal…
Porque Amor é uma palavra tão forte com um uso tão banal?
Usada em proveito próprio para descrever sentimentos insípidos
Com fins explícitos e inócuos!
Um sentimento mais que negro pois ninguém sabe o que é ao certo.

Se Amar é Sofrer
Se viver é morrer
Se frases feitas transmitem sabedoria intemporal
A própria maceração do ser intelectual
Essa emotividade própria do inconsciente
A morte para renascer animal


O sentimento que é soberano
O qual nos torna escravos
Insípida e incoerentemente
Cegos o seguimos sem eira nem beira
Errando em busca do felizes para sempre


Algo fugaz que nos leva à loucura
Nua e crua a tristeza precede…


Sentados sob estilhaços de promessas quebradas
Com um monte de nada numa mão
E a inequetude da juventude a fugir da outra


E agora? Valeu apena?
“Tudo vale apena quando a alma não é pequena”
Mas quem te disse que a tua é grande?
Porquê?!! Porquê?!!
Porque o ser humano ama?
Quando apenas existe desgraça pelo meio
De encontros fugazes com a felicidade.

sábado, julho 17, 2010

Freedom

Angels surpass
The joy of the human
Rebel ageist joy
And keep building a future

Don’t wait for Angels
They don’t exist
it’s all in your mind
you must resist

Find the joy in words
In all you’ve got
Everything you feel
Is lied about

They lie about peace
the lie about the fight
they lie about poverty
and talk a about honor and pride
They think we don’t know
they think we can’t see
we’re the youth of the nation
we’re the hope to be free

This is the world where we live

You need to fight for it

This is our time

This is the turning point

Do it!

Shut this Shit OFF!


Chorus:

The Rebellion is near

The Cage is Fragil

Fight it

Kill it

Break it

And Deny it! NOW!


Persistent lies

Are shaped like the truth

See it trough clear eyes

And Erase… 

Free My Soul

I don’t know from what I’m running
I just need a place to hide
Every time I dodge a bullet
I’m hit with another from behind

I never asked for love
I never asked for forgiveness
I never asked for piece
I only asked for freedom

Free my soul
And watch the stellar light
Feel the Freedom From inside
I never meant to cry
But I never really smiled

It’s the Cry to be free
It’s joy for real
The pain u can’t feel
The joy I can’t see

Set me free

What does it really mean?
What do you really need?
When you’re trapped under the ice
It’s the burning of my lust
Or the death in your mind?

Set me free

The killing
The mortality
The fatality
The casualties
The death I see
When u think I don’t mean shit

“I can see dead people”
And u are the Grim Ripper

Love me
Hate me
Destroy me
And Kiss me

This will always be what I want
Just let my soul free
And love me more than yesterday

quarta-feira, abril 21, 2010

Paixão mata a Razão

A vida é feita de circunstâncias. O destino não passa da associação das mesmas traduzidas num fado por vezes surpreendente apesar de ser o fruto de varias situações. Essas são tomadas por nós, daí deriva a ideia de que o destino não é um fruto do acaso. Logo, nada pode ser simplesmente fruto do destino visto que o primeiro é fruto das escolhas que tomamos e do que edificamos.



Não há sucessão lógica para o teu aparecimento na minha vida, visto que, alguns dos acontecimentos lineares parecem aleatórios e uma real obra do destino onde nada é um acaso. Em ti a lógica perde-se, a consciência moral padece, tudo parece inconsequente e os limites da moralidade ficam ao critério da paixão.


És o Limite da racionalidade, para além de ti não existe mais nada, estendes-te para o infinito e abarcas toda a realidade, apertas, comprimes, suprimes e extraís toda a sublimidade do subconsciente. Todo o meu ser é teu.


O verão ardente desse teu doce olhar, ardendo num desejo mudo encontrando-me desejosa de o receber e o reclamar como se me pertencesse, indomável e insaciável nasceu selvagem para eu o tomar em meus braços e nunca mais o libertar.


Não me importo que não me olhes, me beijes, me abraces… só quero que me ames e fiques comigo, vivas comigo este amor platónico que sinto infindável! A nossa utopia, alusiva à felicidade, viver a teu lado, sonho que não acaba, esperança que não morre, paixão que começa onde eu nasci.


Nasci para ficar contigo e nada mais da vida espero, apenas o poder te ver, num lento vislumbre do paraíso onde uma força feroz me impele para o doce refúgio dos teus braços.


A Luxúria escondida reconditamente em cada toque teu, a atracão fatal para o abismo da eloquência, para me encontrar em ti e tudo o mais que julgava perdido.


Viveria insatisfeita se o destino não nos juntasse, o não descobrir o amor, o perder-me para nunca mais me encontrar, tudo aquilo que me transmites e que já não consigo viver sem.

sexta-feira, março 26, 2010

Rusty

I’m everything you despise
Your hell in Disguise
Your Pain when you want love

You’re all I don’t want in a man
I forgot my escape plan
Now I don’t now were to hide

I’m a Freaking Mistake
You’re all I have, my hate
There’s no Life without pain

The fact is a Lie
The lie is the hate
When you kiss it away

The crime lies inside
The love you hide
In your little black heart

Your hellish device
Unleashed upon my mind
My bringer of despair

When I look to your face
The Lust tangled in hate
The Love in my fate

I’m Rusty for you babe
I’m Thirsty for your hate
My lovely mistake
----------------------------------
Refrão:

Rusty,
If you love me hold me
Let us end with the fiction
My sweet fruit of submission

I’m Rusty for you babe
I’m thirsty for your hate
My Lovely Mistake

The hate is just a Disguise
Release the love you hide
Embrace me one more time

I’m Rusty for you babe
I’m thirsty for your hate
My Lovely Mistake
-------------

Everyone sees
You’re blinded by me
Even the hate’s not for free

I can bitch and deny
Everything can go wrong
But my Love’s so strong

I can see in your eyes
The pain of desire
That sweet burning fire

Love’s such a Stray
What a freaking cliché
I’m yours to take
-----------------------refrao
All that hate to deny
The deepest affection inside
The Love goes beyond the lie

Rusty from all that hate
Bringer of my fate
Of Love and Sage

terça-feira, março 09, 2010

Fado de um Viking

Ouve-se o farol,
O Nevoeiro alado surge
Embainhando todo o campo de batalha.

Uma última prece:
Que os deuses estejam connosco.
Nunca irei ver maiores horrores,
Mas morrerei em batalha
Juntando-me aos meus antecessores
Outrora levados vitoriosamente pelas Valquírias

De arma em punho,
Ouvem-se os clarinetes
E o vento silvando vorazmente
Impele-me para o meu tenebroso fado,
Morrerei honrado em batalha.

O inimigo urge na sua matança
De espadas sedentas bramindo aos céus
Por um deus desconhecido.
O silvar das armas cortando o ar,
O sangue jorrando na erva verde,
O silêncio quando nada mais restava.

Oh Freyja,
Acolhe-me em tuas asas
E leva-me por entre os ramos de Yggdrassil.
Abre os portões de Asgard
Para que estes guerreiros mortos possam desfilar
Acolhidos nesse nobre salão
Onde ferozmente irão lutar
Nesse dia fatídico onde o mundo irá acabar.

Ragnarock aguarda-me
E ao teu lado, meu valente Odin,
Não pestanejarei,
Em frente desse altivo estandarte
Asgard será vitorioso
Pois eu morri, honradamente, em batalha.

terça-feira, março 02, 2010

Perdi-me e agora achei-me

Perdi-me onde te achei.
Já não sei onde começas tu
E acabo eu.

Já há algum tempo
Que meu nome perdeu a doçura nos teus lábios,
O “Amo-te” morreu na minha boca
E tu observaste, julgando-me louca.

No lúgubre passar da parada,
Onde meus sentimentos morrem,
Teus ardem.
Tudo começa onde acaba
E os meus acabaram onde os teus começavam.

Quando o amor se torna ódio
E a ira gera o desespero,
Por muito que rastejes não te volto a dar a mão,
Não me perco mais em ti,
Quero encontrar-me
E poder dizer que sobrevivi.

Por entre os devaneios de minha agonia,
Os da tua felicidade adquirem vida
E por entre as minhas virtudes
Tuas inseguranças aludem.

A penumbra negra de meus pensamentos
Sobrevoam a tua mente,
Só quero que tudo acabe,
Não passas de um entrave.

Agora espero que a chuva me lave,
Que leve todas as impurezas
E me limpe os pecados.
A Nirvana que me percorre o corpo,
A fúria que te percorre a alma,
A Paixão que morreu onde eu nasci.

Nasci para ser livre,
E assim morri,
Para renascer longe de teus braços
E perto de meus retraços.

Irei eu queimar no inferno emocional
Que concebeste para mim?
Aos teus olhos sim,
Mas nos meus, agora sou livre.